É inexplicável a dor de uma relação terminada inesperadamente, e seguindo amando, temos que acostumar com a ausência do outro, com a sensação de perda e de rejeição. A mais dilacerante é a dor da falta de beijos, carinhos, sussurros, toques, palavras e abraços. Mas quando esta dor passa, começamos um outro ritual de despedida: a dor de abandonar o amor que sentíamos. A dor de esvaziar o coração, de remover a saudade, de ficar livre, sem sentimento especial por aquela pessoa. Agora aquele amor tornou-se um souvenir, lembrança de uma época bonita que foi vivida, passou a ser um bem de valor inestimável. Faz parte de nós. A pessoa que nos deixou já não nos interessa mais. Despedir-se daquele amor é o arremate de uma história que terminou, externamente, mas que precisa também sair de dentro da gente e só então poderemos amar de novo... alforria!
quinta-feira, 6 de maio de 2010
Alforria
É inexplicável a dor de uma relação terminada inesperadamente, e seguindo amando, temos que acostumar com a ausência do outro, com a sensação de perda e de rejeição. A mais dilacerante é a dor da falta de beijos, carinhos, sussurros, toques, palavras e abraços. Mas quando esta dor passa, começamos um outro ritual de despedida: a dor de abandonar o amor que sentíamos. A dor de esvaziar o coração, de remover a saudade, de ficar livre, sem sentimento especial por aquela pessoa. Agora aquele amor tornou-se um souvenir, lembrança de uma época bonita que foi vivida, passou a ser um bem de valor inestimável. Faz parte de nós. A pessoa que nos deixou já não nos interessa mais. Despedir-se daquele amor é o arremate de uma história que terminou, externamente, mas que precisa também sair de dentro da gente e só então poderemos amar de novo... alforria!
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Nada como um novo amor para acabar com essa dilaceração e conquistar a liberdade sentimental..Bjsss
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